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Prêmio Aberje 2007: Simply concorreu com campanhas para a Rio Tinto

A Aberje, no intuito de “discutir e promover, numa perspectiva local e global, a Comunicação Empresarial e Organizacional como função administrativa, política, cultural e simbólica de gestão estratégica das organizações e de fortalecimento da cidadania” promoveu, no ano passado, a 33ª edição do Prêmio Aberje.

A Simply concorreu à premiação com três cases da Rio Tinto: “Segurança”, “Profissional 2010” e “Seminário de Investimento Participativo”, inscritos nas categorias “Comunicação e Relacionamento com o Público Interno” e “Comunicação e Relacionamento com a Comunidade”. Trabalhos que demonstram, com sucesso, que é possível gerir uma comunicação interna eficiente, além de estreitar o relacionamento com a comunidade através de projetos audaciosos que, no entanto, deslocam pouca verba.

Baseado nos conceitos internacionais do Grupo, que deseja alcançar “zero lesões e doenças ocupacionais” em sua atuação global, a MCR empregou uma eficiente política de segurança, iniciada com sua aquisição pela Rio Tinto, em 1991, que permitiu uma queda de 100% no comparativo dos incidentes registrados naquele ano (27) com relação aos dias atuais (zero). As normas internacionais da Rio Tinto foram implantadas nas áreas da MCR com extrema eficiência. É exatamente esta iniciativa que o case “Segurança” aborda, incluindo as campanhas internas em comemoração aos 1000 dias e 3 anos sem acidentes com afastamento nas operações da Mina, assim como a campanha de 9 anos sem acidentes nas operações do Porto Gregório Curvo, ambas estruturas pertencentes à Rio Tinto Brasil. Cada campanha baseou-se em um mote distinto, atraindo a atenção dos funcionários. A campanha dos 9 anos de segurança no Porto abordou fisicamente a segurança, representada pelo ícone âncora, com o título “A segurança ancorou por aqui”. Já a campanha “3 anos” focou-se no futebol, em comemoração ao “tri” da empresa, ao passo que a campanha “1000 dias” concentrou-se na coletividade, parodiando a célebre frase dos três mosqueteiros, no mote “Um por todos e todos por 1000”.

Observar o empregado como um diferencial humano capacitado para garantir as melhores práticas e a qualidade produtiva no ambiente corporativo, além de prepará-lo para harmonizar sua vida social e as responsabilidades profissionais. Esta ótica empreendedora, baseada no conceito de Educação para Sustentabilidade, é a mola propulsora de programas de gestão de recursos humanos, como o “Profissional 2010”. O projeto incluiu programas de desenvolvimento continuado de lideranças, avaliações comportamentais e técnicos, estágios, voluntariado, festas comemorativas, encontros com esposas, saúde ocupacional, dentre outros. Para divulgar a ação, a agência buscou uma solução comunicativa pautada na proximidade do ano de 2010 (o ano das grandes mudanças na empresa) e na necessidade de o colaborador antecipar-se ao futuro, investindo em sua capacitação pessoal e profissional. Desta forma, a campanha seguiu o mote “Feliz 2010!”.

A proposta do “Seminário de Investimento Participativo” caminhou em uma direção diferente das anteriores, focando-se no relacionamento da Rio Tinto com a comunidade. O objetivo do projeto é apoiar e gerenciar boas idéias – apresentadas por comunidades e entidades locais – e transformá-las em projetos sustentáveis, de forma que as comunidades de Corumbá e Ladário decidam qual será a melhor aplicação da verba que a empresa de mineração direciona para o campo social. A execução do Seminário de Investimento Participativo no Brasil, a partir de 2006, é uma ação pioneira na empresa, que possui projetos em diversos países. No ano passado, o projeto distribuiu R$145 mil a seis projetos de geração de ocupação e renda e transformação social. Conceitualmente, a “Campanha Lápis” desenrolou-se com o mote “Desenhe o futuro de Corumbá”, um nítido convite à adesão popular ao Seminário. A idéia central da campanha foi demonstrar que cada cidadão corumbaense é essencial para “colorir” o futuro de Corumbá, auxiliando a Rio Tinto em suas tomadas de decisões sociais. Desta forma, os traços são metáforas que representam a participação popular no momento em que a comunidade redige seus projetos sociais, no intuito de construir um futuro mais colorido e alegre.

Embora muito elogiados pelo público e pré-selecionados para a competição, os cases inscritos não chegaram às finais da premiação, nas respectivas categorias. A Simply e a Rio Tinto, no entanto, estão muito satisfeitas com a repercussão dos projetos, estando dispostas a inscrever novos cases na 34ª edição do Prêmio Aberje. Aguarde!

 
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